NOVAS TEORIAS EM ASTRONOMIA POR WILLIAM STIRLING ENGENHEIRO CIVIL [Ilustração] Londres: E. & F. N. SPON, LIMITED, 57 HAYMARKET Nova York: SPON & CHAMBERLAIN, 123 LIBERTY STREET 1906 AO LEITOR. O Sr. William Stirling, Engenheiro Civil, que dedicou os últimos anos de sua vida a escrever esta obra, nasceu em Kilmarnock, Escócia, sendo seu pai o Rev. Robert Stirling, D.D., dessa cidade, e seus irmãos, o falecido Sr. Patrick Stirling e o Sr. James Stirling, os conhecidos engenheiros e projetistas de Locomotivas para as Ferrovias Great Northern e South Eastern, respectivamente. Após completar seus estudos na Escócia, estabeleceu-se na América do Sul e foi contratado como gerente e engenheiro construtor em importantes empreendimentos ferroviários na costa oeste, além de outros negócios no Peru e no Chile; seu último trabalho foi o projeto e a construção da ferrovia do porto de Tocopilla, no Oceano Pacífico, até os Campos de Nitrato de Toco no interior, propriedade da Anglo-Chilian and Nitrate Railway Company. Ele faleceu em Lima, Peru, em 7 de outubro de 1900, muito estimado e respeitado, deixando o manuscrito da presente obra, que agora é publicada como uma homenagem à sua memória e com o desejo de apresentar àqueles que se interessam pela Ciência da Astronomia suas teorias às quais dedicou tanto pensamento. CONTEÚDO. PÁGINA INTRODUÇÃO. 1 CAPÍTULO I. As bases da astronomia moderna. Sua formação recente 18 Instrumentos e medidas usados por astrônomos antigos 19 Pesos e medidas buscados por astrônomos modernos 20 Meios empregados para descobrir a densidade da Terra. Medição por meio de prumos não suficientemente exata 20 Medições com balanças de torção e químicas mais precisas 21 Teoria de Sir George B. Airy, e experimentos na mina de Harton 22 Resultados dos experimentos não confiáveis. Teoria contrária à Lei da Atração 23 Prova por cálculo aritmético de seu erro 24 Dificuldades em comparar batimentos de pêndulos no topo e no fundo de uma mina 26 A teoria sustentada por livros-texto sem exame adequado 27 De uma partícula de matéria dentro da casca de uma esfera oca. Não isenta da lei da Atração 28 Uma partícula assim situada confrontada com a lei do inverso do quadrado da distância de um corpo atrativo. Comentários sobre isso 29 Não é verdade que a atração de uma casca esférica seja "zero" para uma partícula de matéria dentro dela 31 CAPÍTULO II. A lua não pode ter nem mesmo uma rotação imaginária em seu eixo, mas geralmente se acredita que tenha. Citações para provar isso 33 Provas de que não pode haver rotação. A afirmação mais confusa de que há rotação mostrada como sem fundamento 35 Um cavalo de gin não gira em seu eixo em sua revolução 37 Um cavalo de gin, ou um substituto, acionado em vez de ser um motor 38 Resultados do cavalo de madeira sendo acionado pelo moinho 38 Os mesmos resultados produzidos pela revolução da lua. Força centrífuga suficiente para afastar ar e água do nosso lado da lua 39 Essa força não é suficiente para afastá-los do outro lado dela 40 Parece que ninguém jamais pensou na força centrífuga em conexão com ar e água na lua 41 Aproximação feita por Hansen a essa noção 41 Razões forçadas dadas para o não aparecimento de ar e água 42 A lua deve ter ambos no hemisfério distante 44 Provas disso deduzidas de sua aparência na mudança 44 Onde as evidências disso podem ser vistas se procuradas no lugar certo. A força centrífuga mostrada como insuficiente para afastar mesmo o ar, e menos água, completamente da lua 45 A lua deve ter girado em seu eixo em um período de sua existência 47 A falta de compressão polar não é prova do contrário 48 Falta de estudo adequado dá origem a concepções extravagantes, saltos para conclusões e formação de "teorias curiosas" 48 CAPÍTULO III. Comentários sobre algumas das principais cosmogonias. Noções antigas 49 A hipótese nebular de Laplace. Opiniões iniciais sobre ela. Recebida com favor. Novamente condenada como errônea 50 Defeitos atribuídos a ela como fatais. Novas cosmogonias avançadas 51 A teoria de colisão, ou impacto, do Dr. Croll discutida 53 A cosmogonia do Dr. Braun examinada 59 "Origine du Monde" de M. Faye definida 61 Mostrada como sem fundamento adequado, confusa e em algumas partes contraditória 65 Referência a outras hipóteses não mencionadas. Todas mais ou menos apenas variações da hipótese nebular 70 Necessidade de um exame mais particular sobre ela 71 CAPÍTULO IV. Preliminares para a análise da hipótese nebular 72 Definição da hipótese 73 Elementos do sistema solar. Tabelas de dimensões e massas 75 Explicação das tabelas e densidade de Saturno 78 Volume, densidade e massa dos anéis de Saturno, comentários gerais sobre eles e satélites a serem feitos a partir deles 79 Futuro dos anéis de Saturno 79 Noções sobre os satélites de Saturno e suas massas 80 Natureza dos anéis aparentemente não bem compreendida 81 Massas dadas aos satélites de Urano e Netuno. Explicações de 81 Volumes dos membros do sistema solar na densidade da água 82 CAPÍTULO V. Análise da Hipótese Nebular. Separação da nebulosa dos anéis para os planetas separados, etc. 83 Calor excessivo atribuído à nebulosa errôneo e impossível 84 Termômetro centígrado a ser usado para temperaturas 85 Temperatura da nebulosa não muito longe do zero absoluto 86 Ideias errôneas sobre gases incandescentes produzidos por colisões de seus átomos, ou partículas de matéria cósmica na forma de vapores 86 Separação do anel para Netuno. Não poderia ter sido lançado em uma única massa, mas em uma folha de matéria cósmica 87 Espessura e dimensões do anel 88 Anel uraniano abandonado, e suas dimensões 89 Anel saturniano do. do. 90 Anel joviano do. do. 91 Anel asteroidal do. do.
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New Theories in Astronomy
Stirling, William
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